- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil79,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3207,0%
- Publicidade por adesivosR$ 2254,9%
- Materiais impressosR$ 2204,8%
- Outras 2 categoriasR$ 1603,5%
Clebinho da van (Anclebison de Souza Gomes) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Reduto/MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 360 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 505 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 320) e publicidade por adesivos (R$ 225). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 60, 100% com publicidade por materiais impressos.
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Clebinho da van declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Reduto (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 360 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 505 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 320). Em 2008, 100% dos R$ 60 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.