Ari (Ari Eustáquio da Costa) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Prados em 2020, 2016 e 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Prados/MG: 2.431 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Prados/MG, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 600 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.431 votos em 2008 · 5 eleições
A votação de Ari Eustaquio da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 37 mil em receitas · R$ 37 mil em gastos contratados
Ari declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Prados (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 600 de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil).
partido e outras campanhas 2% · pessoas 31% · empresas 54% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 13 mil34,6%
Materiais impressosR$ 5 mil14,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil8,1%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil3,1%
Outras 11 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 850 doados a outros candidatos e partidosR$ 15 mil39,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000ELEITO2.496LPrados, Minas Gerais · 47 anos · Ensino fundamental incompleto · Motorista de Veículos de Transporte de Carga · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PPB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.