- PessoalR$ 44338,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 15613,6%
- Outras 1 categoriaR$ 54547,7%
Lúcio Nicodemos (Lúcio Inocêncio de Oliveira) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Pequi/MG, com 33 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para vereador em Pequi/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 145 de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 598 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 443) e combustíveis e lubrificantes (R$ 156).
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Lúcio Nicodemos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Pequi (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 145 de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas e R$ 598 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 443) e combustíveis e lubrificantes (R$ 156).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.