56 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Pescador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Irmão Valdo (Lourivaldo Evangelista de Souza) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Pedras de Maria da Cruz em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2012, para vereador em Pedras de Maria da Cruz/MG: 202 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pedras de Maria da Cruz/MG, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 35 de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com pessoal (R$ 8 mil), serviços de terceiros (R$ 500) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 70). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 243 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 113 em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
196 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Lourivaldo Evangelista de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 14 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos contratados
Irmão Valdo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pedras de Maria da Cruz (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 35 de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com pessoal (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 500). Em 2012, 100% dos R$ 243 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 87% dos R$ 113 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2016R$ 14 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 14 milcontratados
Gastos em 2012R$ 243contratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008SUPLENTE167LPedras de Maria da Cruz, Minas Gerais · 48 anos · Ensino fundamental incompleto · Vereador · PSDB · nº 45123 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO · MÉDIA93LPedras de Maria da Cruz, Minas Gerais · 44 anos · Ensino fundamental incompleto · Pescador · PSDC · nº 27444 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.