Ana das Graças Cortes Rossignoli

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Ana das Graças Cortes Rossignoli
5 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PP
78 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
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Apuração ao vivo

Deputada Estadual por Minas Gerais · 1º turno

99,98% das urnas de Minas Gerais apuradas às 22h51 (TSE)

9.630 votos (0,09% dos válidos)

195º lugar até agora, entre 944 candidatos

Ver a disputa completa ›

Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.

Ana do Padre Frederico (Ana das Graças Côrtes Rossignoli) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Juiz de Fora em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Juiz de Fora/MG: 7.300 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por MG pelo PP. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 465 mil em receitas: R$ 365 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 174 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 84 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 35 mil em 2016 e R$ 36 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

7.300 votos em 2016 (eleita) · 5 eleições · 2026 em disputa

A votação de Ana das Graças Cortes Rossignoli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 465 mil em receitas · R$ 174 mil em gastos contratados

Ana do Padre Frederico declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Juiz de Fora (MG) em 2008, 2012 e 2016, e deputada estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 465 mil em receitas: R$ 365 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 174 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 84 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil); R$ 124 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 35 mil em gastos contratados; em 2012, 55% dos R$ 36 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 465 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 174 milcontratados, parcial; R$ 124 mil pagos
Gastos em 2016R$ 35 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 465 mil
sem doações de pessoas
FEFC 78% · Fundo Partidário 22%
Gasto contratado
R$ 174 mil
pago até agora: R$ 124 mil (71%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 84 mil48,2%
  • Materiais impressosR$ 62 mil35,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil5,7%
  • PessoalR$ 4 mil2,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil8,3%
2016Vereadora, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 15% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil30,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil20,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil18,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil10,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 7 mil21,0%
2012Vereadora, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 25% · empresas 23% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil55,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil16,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil15,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil4,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil8,3%
Ver a campanha anterior
2008Vereadora, Juiz de Fora (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil99,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 390,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2008, 2012 e 2016 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892