- Serviços advocatíciosR$ 20 mil47,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil25,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil11,9%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil4,8%
- Outras 4 categoriasR$ 5 mil10,7%
Deputado Federal por Minas Gerais · 1º turno
99,97% das urnas de Minas Gerais apuradas às 22h46 (TSE)
3.782 votos (fora do total de votos válidos do TSE)
179º lugar até agora, entre 710 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Thiago Pinheiro (Thiago Leão Pinheiro) disputou 4 eleições entre 2004 e 2024, para vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Formiga em 2024. A maior votação foi em 2012, para vereador em Formiga/MG: 861 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por MG pelo PDT. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 201 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 20 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2024 e R$ 26 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Thiago Leao Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Thiago Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Formiga (MG) em 2012 e 2024, e deputado federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 201 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 20 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 11 mil); R$ 42 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 10 mil em gastos; em 2012, R$ 26 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.