- Materiais impressosR$ 134 mil35,1%
- PessoalR$ 132 mil34,4%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 33 mil8,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 17 mil4,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 67 mil17,5%
Deputado Estadual por Minas Gerais · 1º turno
99,88% das urnas de Minas Gerais apuradas às 22h20 (TSE)
45.986 votos (0,41% dos válidos)
79º lugar até agora, entre 944 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Celinho Sintrocel (José Célio de Alvarenga) disputou 9 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 45.373 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por MG pelo PCDOB. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 80,2 milhões em 244 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 83 municípios; 66% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 265 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 67 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 96 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 383 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 134 mil), pessoal (R$ 132 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 33 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 789 mil em 2022 (69% com militância e mobilização de rua) e R$ 274 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Célio de Alvarenga em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Celinho Sintrocel declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Coronel Fabriciano (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 265 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 67 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 96 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 383 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 134 mil) e pessoal (R$ 132 mil); R$ 221 mil já foram pagos. Em 2022, 69% dos R$ 789 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 44% dos R$ 274 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Celinho Sintrocel indicou R$ 80,2 milhões em 244 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 83 municípios. Até a coleta na fonte, 66% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Fundo Estadual de Saúde (46%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Pingo-d'Água, Antônio Dias e Governador Valadares. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 73,8 milhões em 223 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 6,4 milhões em 21 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 26,5 milhões | R$ 0 | 0% | 72 | 51 |
| 2025 | R$ 24 milhões | R$ 23,6 milhões | 99% | 94 | 52 |
| 2024 | R$ 17,8 milhões | R$ 17,8 milhões | 100% | 38 | 24 |
| 2023 | R$ 5,4 milhões | R$ 5,4 milhões | 100% | 19 | 13 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 73,8 milhões | R$ 46,9 milhões | 64% | 223 | 81 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.