- Militância e mobilização de ruaR$ 101 mil27,7%
- Materiais impressosR$ 84 mil23,2%
- Serviços de terceirosR$ 78 mil21,4%
- Publicidade por adesivosR$ 39 mil10,8%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 191 lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil16,9%
Deputado Estadual por Minas Gerais · 1º turno
99,88% das urnas de Minas Gerais apuradas às 22h20 (TSE)
4.325 votos (0,04% dos válidos)
259º lugar até agora, entre 944 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Dr. Welington (Welington Moreira de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2006 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Caratinga em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Caratinga/MG: 19.868 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por MG pelo PRD. Na campanha de 2020 para prefeito em Caratinga/MG, declarou R$ 373 mil em receitas: R$ 67 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 265 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 364 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 101 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil) e serviços de terceiros (R$ 78 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 313 mil em 2016 e R$ 251 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Welington Moreira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Welington declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e prefeito em Caratinga (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 373 mil em receitas: R$ 67 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 265 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 364 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 101 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil). Em 2016, R$ 313 mil em gastos contratados; em 2010, 56% dos R$ 251 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.