Sergio Marcos Carvalho Breder

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Sergio Marcos Carvalho Breder
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PPS
66 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Produtor Agropecuário
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Sergio Breder (Sérgio Marcos Carvalho Breder) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Manhuaçu em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Manhuaçu/MG: 25.671 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Manhuaçu/MG, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 29 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 25 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 22 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 67 mil.

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Evolução da votação nas eleições

25.671 votos em 2008 (eleito) · 3 eleições

A votação de Sergio Marcos Carvalho Breder em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 80 mil em receitas · R$ 80 mil em gastos contratados

Sergio Breder declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Manhuaçu (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 29 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 25 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 22 mil). Em 2008, R$ 67 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 80 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 80 milcontratados
Gastos em 2008R$ 67 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Manhuaçu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 38% · pessoas 36% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 80 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil16,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil5,7%
  • PessoalR$ 4 mil5,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 58 mil72,2%
2008Prefeito, Manhuaçu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 67 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 28% · empresas 57% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 67 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil37,8%
  • PessoalR$ 1 mil1,9%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 11 lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil60,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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