- Materiais impressosR$ 33520,3%
- Serviços de terceirosR$ 1519,1%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 522 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil70,5%
Nenen (Geraldo Fernandes de Morais) disputou 3 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Jeceaba em 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Jeceaba/MG: 1.394 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Jeceaba/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 620 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 620), publicidade por materiais impressos (R$ 335) e serviços de terceiros (R$ 151).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Geraldo Fernandes de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nenen declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Jeceaba (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 620 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 620) e publicidade por materiais impressos (R$ 335).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.