4 eleições entre 2004 e 2022 · último partido PODE
55 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Publicitário
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dalton Albuquerque (Dalton Henrique de Albuquerque) disputou 4 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Itabira/MG: 650 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 17 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 7 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 23 mil em 2014 (55% com publicidade por materiais impressos) e R$ 6 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
97 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Dalton Henrique de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 17 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados
Dalton Albuquerque declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Itabira (MG) em 2008, deputado federal por Minas Gerais em 2014, e deputado estadual por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 17 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 7 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 3 mil). Em 2014, 55% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 62% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com despesas postais.
Receitas em 2022R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 17 milcontratados
Gastos em 2014R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 2% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Despesas postaisR$ 3 mil62,0%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil17,8%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2504,4%
PessoalR$ 2053,6%
Outras 5 categoriasR$ 68312,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE97GMG · 55 anos · Branca · Superior completo · Publicitário · PODE · nº 19022 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2014SUPLENTE371GMG · 47 anos · Branca · Ensino médio completo · Publicitário · PATRIOTA · nº 5170 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.