Marcus (Marcus Tacito Penalva Costa) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Indaiabira em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Indaiabira/MG: 2.866 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Indaiabira/MG, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 29 mil de doações privadas (20 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 23 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 29 mil, 47% com publicidade por materiais impressos.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
1.414 votos em 2012 · 4 eleições
A votação de Marcus Tacito Penalva Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2012: R$ 65 mil em receitas · R$ 47 mil em gastos contratados
Marcus declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Indaiabira (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 29 mil de doações privadas (20 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 23 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Em 2008, 47% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 47 milcontratados
Gastos em 2008R$ 29 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 97% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 14 mil47,4%
Serviços de terceirosR$ 6 mil21,0%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 450,2%
Outras 2 categoriasinclui R$ 423 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil31,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LIndaiabira, Minas Gerais · 37 anos · Superior completo · Veterinário e Zootecnista · PPB · nº 111 · situação constava como sub judice nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PPB / PTB / PFL
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.