Ciça (Maria Cecilia Marchi Borges) disputou 6 eleições entre 2002 e 2020, para prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: prefeita de Frutal em 2016, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por MG: 18.302 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Frutal/MG, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com pessoal (R$ 29 mil), militância e mobilização de rua (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 71 mil em 2016 e R$ 312 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
6.357 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Maria Cecilia Marchi Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 110 mil em receitas · R$ 104 mil em gastos
Ciça declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Frutal (MG) em 2008, 2016 e 2020, e deputada estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com pessoal (R$ 29 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 71 mil em gastos contratados; em 2014, 41% dos R$ 312 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 110 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 104 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 71 milcontratados, campanha encerrada
Outras 19 categoriasinclui R$ 9 lançados como "diversas a especificar"R$ 139 mil55,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 200214.232não eleitoGMG · 41 anos · Superior completo · Biologo e Biomedico · PMN · nº 33111 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.