Breno Lucas

Foto de Breno de Oliveira Lucas Gomes
Breno Lucas
Breno de Oliveira Lucas Gomes (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PSD
44 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Breno Lucas (Breno de Oliveira Lucas Gomes) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Esmeraldas/MG: 11.403 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Esmeraldas/MG, declarou R$ 400 mil em receitas: R$ 159 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 242 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 445 mil, principalmente com pessoal (R$ 192 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 114 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 471 mil, 50% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

10.620 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Breno de Oliveira Lucas Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 400 mil em receitas · R$ 445 mil em gastos contratados

Breno Lucas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Esmeraldas (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 400 mil em receitas: R$ 159 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 242 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 445 mil, principalmente com pessoal (R$ 192 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 114 mil). Em 2008, 50% dos R$ 471 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 400 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 445 milcontratados
Gastos em 2008R$ 471 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Esmeraldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 400 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 445 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 192 mil43,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 114 mil25,6%
  • Materiais impressosR$ 44 mil10,0%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil5,7%
  • Outras 13 categoriasR$ 69 mil15,6%
2008Prefeito, Esmeraldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 471 mil
704 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 46% · empresas 38% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 471 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 237 mil50,3%
  • Materiais impressosR$ 45 mil9,6%
  • Serviços de terceirosR$ 41 mil8,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil6,3%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 119 mil25,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892