Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Vinicius (Marcos Vinícius Alves da Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Divinópolis em 2016, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 18.963 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Divinópolis/MG, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 922 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 43 mil em 2016 e R$ 30 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.516 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Marcos Vinicius Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos
Marcos Vinicius declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Divinópolis (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Divinópolis (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 922 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 43 mil em gastos contratados; em 2012, 59% dos R$ 30 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 43 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO1.530LDivinópolis, Minas Gerais · 31 anos · Superior completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PST
Vereador · 1996606não eleitoLDivinópolis, Minas Gerais · 27 anos · Superior completo · Jornalista · PTN · nº 19630 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.