Marcos Vinicius

Foto de Marcos Vinicius Alves da Silva
Marcos Vinicius
Marcos Vinicius Alves da Silva (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido DEM
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Vinicius (Marcos Vinícius Alves da Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Divinópolis em 2016, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 18.963 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Divinópolis/MG, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 922 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e pessoal (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 43 mil em 2016 e R$ 30 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

1.516 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Marcos Vinicius Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Marcos Vinicius declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Divinópolis (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Divinópolis (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 922 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 43 mil em gastos contratados; em 2012, 59% dos R$ 30 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 43 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 17% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil41,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil32,9%
  • PessoalR$ 1 mil25,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 0menos de 0,1%
2016Vereador, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 17 mil39,6%
  • Materiais impressosR$ 11 mil24,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil15,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil12,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil7,2%
2012Vereador, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 78%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil59,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 10 mil33,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2500,8%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 84 lançados como "diversas a especificar"R$ 1090,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 146 mil
141 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 48% · empresas 45% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 146 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 40 mil27,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil13,3%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil5,4%
  • Materiais impressosR$ 7 mil5,0%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil49,0%
2008Prefeito, Divinópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 68% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 36824,9%
  • Energia elétricaR$ 845,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 281,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil67,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892