Luziene de Barros Oliveira Silva

Foto de Luziene de Barros Oliveira Silva
Luziene de Barros Oliveira Silva
2 eleições entre 2008 e 2012 · PPS
46 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Luziene Barros (Luziene de Barros Oliveira Silva) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereadora em Carlos Chagas/MG: 43 votos. Na campanha de 2012 para vereadora em Carlos Chagas/MG, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 50 de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 170) e publicidade por materiais impressos (R$ 50). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 42% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

26 votos em 2012 · 2 eleições

A votação de Luziene de Barros Oliveira Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 9 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Luziene Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Carlos Chagas (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 50 de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 170). Em 2008, 42% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2012R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereadora, Carlos Chagas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido menos de 1% · pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1704,0%
  • Materiais impressosR$ 501,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil94,8%
2008Vereadora, Carlos Chagas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 20% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 62842,4%
  • Materiais impressosR$ 52735,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 32622,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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