- Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil53,6%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil15,0%
- Outras 4 categoriasR$ 6 mil31,4%
Ivan Diniz (Ivan Martins da Costa Diniz) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Baldim em 2008 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por MG: 7.712 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Baldim/MG, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2016 e R$ 17 mil em 2012.
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A votação de Ivan Martins da Costa Diniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ivan Diniz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Baldim (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 19 mil em gastos contratados; em 2012, 74% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.