Doutor Carlos (Carlos Luiz de Novaes) disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Almenara em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Almenara/MG: 11.126 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Almenara/MG, declarou R$ 272 mil em receitas: R$ 181 mil de doações privadas (112 doadores) e R$ 91 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com pessoal (R$ 88 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 42 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil).
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Evolução da votação nas eleições
11.126 votos em 2008 (eleito) · 3 eleições
A votação de Carlos Luiz de Novaes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 272 mil em receitas · R$ 272 mil em gastos contratados
Doutor Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Almenara (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 272 mil em receitas: R$ 181 mil de doações privadas (112 doadores) e R$ 91 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com pessoal (R$ 88 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 42 mil).
Outras 12 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 400 doados a outros candidatos e partidosR$ 153 mil56,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.