- Serviços de terceirosR$ 22 mil28,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil21,3%
- Publicidade por carros de somR$ 11 mil14,4%
- Materiais impressosR$ 5 mil6,6%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil29,4%
Calvet (José Reinaldo da Silva Calvet) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Bacabeira em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MA: 15.661 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Rosário/MA, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e publicidade por carros de som (R$ 11 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 151 mil, 46% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Reinaldo da Silva Calvet em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Calvet declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, e prefeito em Rosário (MA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 76 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil). Em 2006, 46% dos R$ 151 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.