- Materiais impressosR$ 241 mil62,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 64 mil16,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil3,1%
- Locação de imóveisR$ 5 mil1,2%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil0,5%
- Outras 6 categoriasR$ 60 mil15,6%
Karlos Cabral (Karlos Márcio Vieira Cabral) disputou 9 eleições entre 2004 e 2024, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2010. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Rio Verde/GO: 21.862 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por GO pelo PSB. Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, indicou R$ 26,2 milhões em 184 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 40 municípios; 88% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 177 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 383 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 241 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 64 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 596 mil em 2024 e R$ 257 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Karlos Marcio Vieira Cabral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Karlos Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: prefeito em Rio Verde (GO) em 2008, 2012 e 2024, e deputado estadual por Goiás em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 177 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 383 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 241 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 64 mil); R$ 82 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 596 mil em gastos; em 2022, 63% dos R$ 257 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Karlos Cabral indicou R$ 26,2 milhões em 184 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 40 municípios. Até a coleta na fonte, 88% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Fundo Estadual de Saude- Fes (59%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Cocalzinho de Goiás, Santo Antônio de Goiás e Rio Verde. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 15,6 milhões em 98 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,6 milhões em 86 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 4,1 milhões | R$ 2 milhões | 48% | 11 | 10 |
| 2024 | R$ 11,5 milhões | R$ 11,4 milhões | 99% | 87 | 27 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 15,6 milhões | R$ 13,3 milhões | 86% | 98 | 33 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Governo de Goias — Portal da Transparencia / SIOFI (Emendas Parlamentares Impositivas), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.