- PessoalR$ 2 mil14,2%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil7,1%
- Materiais impressosR$ 1 mil6,9%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar" e R$ 561 doados a outros candidatos e partidosR$ 11 mil71,7%
Claudio Grabalos disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Mara Rosa/GO, com 208 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Mara Rosa/GO, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 2 mil).
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Claudio Grabalos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Mara Rosa (GO) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.