Luciano Santos Rezende

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Luciano Santos Rezende
10 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PPS
54 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Luciano (Luciano Santos Rezende) disputou 10 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Vitória em 2016 e 2012; deputado estadual em 2010; vereador de Vitória em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Vitória/ES: 98.937 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Vitória/ES, declarou R$ 657 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 255 mil de doações privadas (229 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 776 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 239 mil), serviços de terceiros (R$ 120 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 84 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2012 (51% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 338 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

81.315 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Luciano Santos Rezende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 657 mil em receitas · R$ 776 mil em gastos contratados

Luciano declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, prefeito em Vitória (ES) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Espírito Santo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 657 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Partidário, R$ 255 mil de doações privadas (229 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 776 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 239 mil) e serviços de terceiros (R$ 120 mil). Em 2012, 51% dos R$ 1,7 milhão em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, 40% dos R$ 338 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 657 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 776 milcontratados
Gastos em 2012R$ 1,7 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 657 mil
229 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 61% · pessoas 39% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 776 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 120 mil15,5%
  • Materiais impressosR$ 67 mil8,6%
  • PessoalR$ 42 mil5,4%
  • Locação de imóveisR$ 20 mil2,6%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil1,5%
  • Outras 13 categoriasR$ 516 mil66,4%
2012Prefeito, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 3% · empresas 21% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 179 mil10,8%
  • PessoalR$ 86 mil5,2%
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil1,8%
  • Locação de imóveisR$ 25 mil1,5%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,3 milhão80,7%
2010Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 338 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 8% · empresas 19% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 338 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 137 mil40,5%
  • PessoalR$ 50 mil14,7%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil4,1%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 145 doados a outros candidatos e partidosR$ 135 mil39,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 779 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 66% · pessoas 5% · empresas 29% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 778 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 134 mil17,2%
  • PessoalR$ 22 mil2,8%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil1,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,2%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 607 mil78,0%
2006Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 21% · empresas 71% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil17,9%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil1,5%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil80,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2010, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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