- Materiais impressosR$ 33 mil14,5%
- PessoalR$ 32 mil14,1%
- Locação de imóveisR$ 9 mil3,9%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 155 mil67,5%
Claudio Vereza (Claudio Humberto Vereza Lodi) disputou 6 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Vila Velha/ES: 41.854 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por ES, declarou R$ 230 mil em receitas: R$ 105 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 60 mil de empresas, R$ 15 mil de recursos próprios e R$ 2 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 64 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e pessoal (R$ 32 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 664 mil em 2008 e R$ 115 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Claudio Humberto Vereza Lodi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Claudio Vereza declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006 e 2010, e prefeito em Vila Velha (ES) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 230 mil em receitas: R$ 105 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (33 doadores), R$ 60 mil de empresas, R$ 15 mil de recursos próprios e R$ 2 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 64 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Em 2008, R$ 664 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 115 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.