Dr. Jorge Silva (Jorge Silva) disputou 6 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por ES: 69.880 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 53,9 milhões empenhados em 68 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 136 municípios; 78% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por ES, declarou R$ 812 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 805 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 485 mil), serviços de terceiros (R$ 80 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 42 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2018 e R$ 620 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
14.520 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Jorge Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2022: R$ 812 mil em receitas · R$ 805 mil em gastos contratados
Dr. Jorge Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em São Mateus (ES) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 812 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 805 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 485 mil) e serviços de terceiros (R$ 80 mil). Em 2018, R$ 1,3 milhão em gastos; em 2014, R$ 620 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 812 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 805 milcontratados
Gastos em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Outras 11 categoriasinclui R$ 730 lançados como "diversas a especificar"R$ 69 mil67,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 53,9 milhões empenhados · 78% pago · 68 emendas em 136 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263
Na Câmara dos Deputados, Dr. Jorge Silva teve R$ 53,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 68 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 136 municípios. Já foram pagos R$ 42,1 milhões (78%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram São Mateus, São Paulo e Vitória.2
EmpenhadoR$ 53,9 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 42,1 milhões78% do empenhado, com restos a pagar
Emendas68individuais
Municípios136diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 14,4 milhões
R$ 11,4 milhões
79%
22
65
2018
R$ 14,3 milhões
R$ 12,1 milhões
84%
18
65
2017
R$ 12,4 milhões
R$ 7,8 milhões
63%
14
61
2016
R$ 12,5 milhões
R$ 10,6 milhões
84%
14
43
Total
R$ 53,7 milhões
R$ 41,8 milhões
78%
68
136
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 27 milhões50,2%
2EducaçãoR$ 8,6 milhões16,0%
3UrbanismoR$ 4,3 milhões8,0%
Municípios que mais receberam
1São MateusR$ 7,1 milhões13,2%
2São PauloR$ 4 milhões7,4%
3VitóriaR$ 3,9 milhões7,3%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
4
Candidaturas
6 candidaturas · eleito em 2010 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022SUPLENTE14.520GES · 70 anos · Preta · Superior completo · Médico · REPUBLICANOS · nº 1077 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018SUPLENTE43.390GES · 66 anos · Preta · Superior completo · Médico · SOLIDARIEDADE · nº 7777 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.