Marcelo de Souza Coelho

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Marcelo de Souza Coelho
8 eleições entre 1996 e 2026 · último partido PP
55 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Agricultor
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Marcelo Coelho (Marcelo de Souza Coelho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Aracruz em 2012; deputado estadual em 2010; vice-prefeito de Aracruz em 2000; vereador de Aracruz em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por ES: 31.083 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por ES pelo PP. Na campanha de 2012 para prefeito em Aracruz/ES, declarou R$ 824 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 265 mil de doações privadas (40 doadores), R$ 394 mil de empresas e R$ 140 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 623 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 141 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 133 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 94 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 519 mil em 2010 e R$ 137 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

28.966 votos em 2012 (eleito) · 8 eleições · 2026 em disputa

A votação de Marcelo de Souza Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 824 mil em receitas · R$ 623 mil em gastos contratados

Marcelo Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006 e 2010, e prefeito em Aracruz (ES) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 824 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 265 mil de doações privadas (40 doadores), R$ 394 mil de empresas e R$ 140 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 623 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 141 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 133 mil). Em 2010, R$ 519 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 137 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 824 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 623 milcontratados
Gastos em 2010R$ 519 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Aracruz (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 824 mil
40 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 32% · empresas 48% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 623 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 141 mil22,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 133 mil21,4%
  • Materiais impressosR$ 94 mil15,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil4,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 156 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 227 mil36,5%
2010Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 519 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 14% · empresas 78% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 519 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 140 mil27,0%
  • PessoalR$ 134 mil25,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 69 mil13,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 65 mil12,6%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 111 mil21,4%
2008Prefeito, Aracruz (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 137 mil
29 doadores pessoas físicas
pessoas 26% · empresas 74%
Gasto contratado
R$ 137 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil17,1%
  • PessoalR$ 18 mil13,1%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil11,4%
  • Materiais impressosR$ 15 mil10,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 76 lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil47,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 257 mil
88 doadores pessoas físicas
pessoas 32% · empresas 68%
Gasto contratado
R$ 257 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 45 mil17,5%
  • PessoalR$ 40 mil15,5%
  • Materiais impressosR$ 19 mil7,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil5,1%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 691 lançados como "diversas a especificar"R$ 141 mil54,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2010 e 2012 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885