- Serviços de terceirosR$ 50 mil24,6%
- Materiais impressosR$ 8 mil4,2%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 144 mil71,3%
Zé Iris (José Iris de Moraes) disputou 3 eleições entre 1994 e 2008, para prefeito, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Campos Sales em 2000. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por CE: 12.462 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Campos Sales/CE, declarou R$ 202 mil em receitas: R$ 115 de doações privadas, R$ 170 mil de empresas e R$ 32 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 202 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 50 mil), publicidade por carros de som (R$ 36 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 35 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Iris de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Iris declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Campos Sales (CE) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 202 mil em receitas: R$ 115 de doações privadas, R$ 170 mil de empresas e R$ 32 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 202 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 50 mil) e publicidade por carros de som (R$ 36 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.