Antonio José Imbassahy da Silva

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Antonio José Imbassahy da Silva
8 eleições entre 1990 e 2018 · último partido PSDB
70 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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Imbassahy (Antônio José Imbassahy da Silva) disputou 8 eleições entre 1990 e 2018, para deputado federal, prefeito, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2014 e 2010; prefeito de Salvador em 2000 e 1996; deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 2006, para senador por BA: 1.015.634 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 54,5 milhões empenhados em 59 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 80 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 293 de outras campanhas, R$ 85 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 531 mil), militância e mobilização de rua (R$ 401 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 147 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2014 e R$ 584 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

66.320 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Antonio José Imbassahy da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoSenadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos contratados

Imbassahy declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Bahia em 2006, prefeito em Salvador (BA) em 2008, e deputado federal por Bahia em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 293 de outras campanhas, R$ 85 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 531 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 401 mil). Em 2014, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 584 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,6 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 2,9 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
3 doadores pessoas físicas
FEFC 64% · Fundo Partidário 29% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 5% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
pago: R$ 1,6 milhão (98%)
  • Materiais impressosR$ 531 mil33,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 401 mil25,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 147 mil9,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 117 mil7,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 52 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 384 mil24,3%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,9 milhões
3 doadores pessoas físicas
partido 79% · pessoas 1% · empresas 19%
Gasto contratado
R$ 2,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 692 mil23,9%
  • Serviços de terceirosR$ 587 mil20,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 467 mil16,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 386 mil13,3%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 109 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 766 mil26,4%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 584 mil
sem doações de pessoas
partido 58% · empresas 42% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 584 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 165 mil28,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 93 mil15,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 88 mil15,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50 mil8,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 187 mil32,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
6 doadores pessoas físicas
partido 53% · pessoas 2% · empresas 46% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 985 mil31,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 797 mil25,1%
  • PessoalR$ 271 mil8,5%
  • Materiais impressosR$ 233 mil7,3%
  • Outras 17 categoriasR$ 893 mil28,1%
2006Senador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 564 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 9% · empresas 74%
Gasto contratado
R$ 564 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 235 mil41,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 89 mil15,7%
  • Materiais impressosR$ 88 mil15,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 29 mil5,1%
  • Outras 11 categoriasR$ 124 mil22,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 54,5 milhões empenhados · 92% pago · 59 emendas em 80 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Imbassahy teve R$ 54,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 59 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 80 municípios. Já foram pagos R$ 49,9 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Salvador, Laje e Milagres.2

EmpenhadoR$ 54,5 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 49,9 milhões92% do empenhado, com restos a pagar
Emendas59individuais
Municípios80diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,4 milhõesR$ 14,7 milhões95%1030
2018R$ 14 milhõesR$ 12,3 milhões88%1218
2017R$ 11,5 milhõesR$ 10,1 milhões88%1834
2016R$ 13,6 milhõesR$ 12,5 milhões92%1926
TotalR$ 54,5 milhõesR$ 49,6 milhões91%5980

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 29 milhões53,3%
  2. 2UrbanismoR$ 14,5 milhões26,7%
  3. 3Assistência SocialR$ 4 milhões7,4%

Municípios que mais receberam

  1. 1SalvadorR$ 12,6 milhões23,1%
  2. 2LajeR$ 1,9 milhão3,4%
  3. 3MilagresR$ 1,7 milhão3,2%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885