Gerardo Junior (Gerardo Azevêdo Junior) disputou 4 eleições entre 2008 e 2016, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Livramento de Nossa Senhora em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por BA: 9.972 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por BA, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 42 mil de doações privadas (58 doadores), R$ 839 de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil.
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Evolução da votação nas eleições
9.972 votos em 2014 · 4 eleições
A votação de Gerardo Azevêdo Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 64 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos contratados
Gerardo Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Livramento de Nossa Senhora (BA) em 2008, e deputado estadual por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 42 mil de doações privadas (58 doadores), R$ 839 de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 11 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil). Em 2008, R$ 31 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 64 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 64 milcontratados
Gastos em 2008R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
partido 3% · pessoas 89% · empresas 2% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 9 mil28,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil17,5%
Serviços de terceirosR$ 3 mil9,8%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil6,5%
Outras 4 categoriasinclui R$ 720 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil37,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2016ELEITO14.270LLivramento de Nossa Senhora, Bahia · 47 anos · Branca · Superior completo · PT · nº 18 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver resultado completo
Coligação: REDE / PC do B / PTB / PPS / DEM / PMDB / PATRIOTA
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.