Edigar Evangelista dos Anjos

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Edigar Evangelista dos Anjos
7 eleições entre 2006 e 2018 · PV
59 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Produtor Agropecuário
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Edigar Mão Branca (Edigar Evangelista dos Anjos) disputou 7 eleições entre 2006 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por BA: 38.710 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 195 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 195 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 99 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e publicidade por adesivos (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2014 e R$ 17 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

11.112 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Edigar Evangelista dos Anjos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 215 mil em receitas · R$ 195 mil em gastos

Edigar Mão Branca declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010, 2014 e 2018, prefeito em Itapetinga (BA) em 2008, e prefeito em Vitória da Conquista (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 195 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 195 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 99 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil). Em 2014, R$ 27 mil em gastos contratados; em 2012, 48% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 215 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 195 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 215 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 91% · pessoas 7% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 195 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 99 mil50,8%
  • Materiais impressosR$ 31 mil16,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil33,2%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
6 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 91% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil25,5%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil21,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil8,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 12 mil44,0%
2012Prefeito, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 49% · pessoas 7% · empresas 39% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil48,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil8,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil43,1%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
doações de pessoas
pessoas 5% · empresas 66% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 71 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil25,1%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil13,6%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil3,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 719 lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil57,8%
2008Prefeito, Itapetinga (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 68 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 19% · empresas 66% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 68 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil29,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 48 mil70,6%
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
pessoas 39% · empresas 38% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil38,1%
  • Locação de imóveisR$ 6006,2%
  • PessoalR$ 5155,3%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 980 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil50,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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