Jaimilton Sousa Acioly

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Jaimilton Sousa Acioly
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PT
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
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Jaimilton Acioly (Jaimilton Sousa Acioly) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cândido Sales em 2008 e 1996; vice-prefeito de Cândido Sales em 2000. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por BA: 11.789 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cândido Sales/BA, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), serviços advocatícios (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 24 mil, 44% com locação/cessão de bens móveis.

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Evolução da votação nas eleições

938 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Jaimilton Sousa Acioly em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 32 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos

Jaimilton Acioly declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cândido Sales (BA) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Em 2008, 44% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com locação/cessão de bens móveis.

Receitas em 2020R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Cândido Sales (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 9 mil28,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 8 mil25,8%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil22,6%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 5 mil16,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil6,5%
2008Prefeito, Cândido Sales (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 55% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 11 mil43,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 8 mil33,4%
  • Materiais impressosR$ 4 mil17,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 610,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 474 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil5,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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