- Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil100,0%
Renato Santos (Renato José dos Santos) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Barreiras/BA: 1.428 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Barreiras/BA, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 500 em 2010 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 5 mil em 2008.
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A votação de Renato José dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Renato Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Barreiras (BA) em 2008 e 2012, e deputado federal por Bahia em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil. Em 2010, 100% dos R$ 500 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 41% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com produção de jingles, vinhetas e slogans.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.