Sidcley Brasil (AVANTE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 105 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sidcley Brasil (Sidcley Brasil da Silva) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Nova Alvorada do Sul em 2020. A maior votação foi em 2020, para vereador em Nova Alvorada do Sul/MS: 442 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Nova Alvorada do Sul/MS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 825) e cessão ou locação de veículos (R$ 500). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 69% com pessoal.
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A votação de Sidcley Brasil da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sidcley Brasil declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Nova Alvorada do Sul (MS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 825). Em 2016, 69% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.