Eduardo Borges (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 2.594 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eduardo Borges (Eduardo Juventino Alves Borges) disputou 3 eleições entre 2022 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MS: 5.140 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 111 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 67 mil em 2024 (41% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 275 mil em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
2.594 votos em 2026 · 3 eleições
A votação de Eduardo Juventino Alves Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 114 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados
Eduardo Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2022 e 2026, e vereador em Paranaíba (MS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 111 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil); R$ 12 mil já foram pagos. Em 2024, 41% dos R$ 67 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2022, 91% dos R$ 275 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 114 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 12 milcontratados, parcial; R$ 12 mil pagos
Gastos em 2024R$ 67 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 4% · partido e outras campanhas 39% · pessoas 51% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 275 mil
tudo pago (100%)
Impulsionamento de conteúdosR$ 250 mil90,8%
Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil4,8%
Publicidade por adesivosR$ 6 mil2,1%
Materiais impressosR$ 4 mil1,4%
Outras 3 categoriasR$ 3 mil1,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.