Ronaldo Ozório dos Santos

Foto de Ronaldo Ozório dos Santos
Ronaldo Ozório dos Santos
3 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PT
41 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Comerciante
redes informadas ao TSE
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Ronaldo Terena (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 145 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ronaldo Terena (Ronaldo Ozório dos Santos) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MS: 145 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 36 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 837 em 2020 (99% com pessoal) e R$ 800 em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

145 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Ronaldo Ozório dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 36 mil em receitas

Ronaldo Terena declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 36 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2020, 99% dos R$ 837 em gastos foram com pessoal; em 2016, 100% dos R$ 800 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 36 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2020R$ 837campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 837
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 83099,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 70,8%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 800
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 800
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 800100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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