Marcus Garcia Gomes

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Marcus Garcia Gomes
6 eleições entre 2000 e 2026 · último partido MDB
55 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Marquinhos Garcia (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 1.175 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marquinhos Garcia (Marcus Garcia Gomes) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, 2º suplente senador, vice-prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: 2º suplente senador em 2010; vereador de Paranaíba em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MS: 12.166 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 37 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.175 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Marcus Garcia Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 109 mil em receitas · R$ 63 mil em gastos contratados

Marquinhos Garcia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil); R$ 1 mil já foram pagos. Em 2006, R$ 37 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 109 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 63 milcontratados, parcial; R$ 1 mil pagos
Gastos em 2006R$ 37 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 69% · partido 30% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 63 mil
pago até agora: R$ 1 mil (2%)
  • PessoalR$ 33 mil51,9%
  • Materiais impressosR$ 16 mil25,4%
  • Serviços advocatíciosR$ 8 mil12,0%
  • Serviços contábeisR$ 5 mil8,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil2,8%
2006Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 13% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 12 mil33,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil12,8%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 4 mil11,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil9,7%
  • Outras 10 categoriasR$ 12 mil32,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892