Rhaiza Matos (MDB) ficou como suplente de deputada estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 8.620 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rhaiza Matos (Rhaiza Rejane Neme de Matos) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Naviraí em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeita em Naviraí/MS: 11.941 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MS, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de outros recursos do partido, R$ 53 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 214 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 100 mil), serviços advocatícios (R$ 35 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 17 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 523 mil.
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Evolução da votação nas eleições
8.620 votos em 2026 · 3 eleições
A votação de Rhaiza Rejane Neme de Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 198 mil em receitas · R$ 214 mil em gastos contratados
Rhaiza Matos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Naviraí (MS) em 2024, e deputada estadual por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 33 mil de outros recursos do partido, R$ 53 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 214 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 100 mil) e serviços advocatícios (R$ 35 mil); R$ 109 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 523 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 198 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 214 milcontratados, parcial; R$ 109 mil pagos
Gastos em 2024R$ 523 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 9 categoriasinclui R$ 145 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 118 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 311 mil59,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.