André Puccinelli

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André Puccinelli
7 eleições entre 1994 e 2026 · último partido MDB
78 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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André Puccinelli (MDB) foi eleito deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 40.602 votos, pelo resultado oficial do TSE. André Puccinelli disputou 7 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, governador, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2026; governador em 2010 e 2006; prefeito de Campo Grande em 2000 e 1996; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2006, para governador por MS: 726.806 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 209 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 34 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 89 mil), pessoal (R$ 34 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 milhões em 2022 (55% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 17,8 milhões em 2010.

Deputado Estadual · 2026
40.602
votos · MS
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

40.602 votos em 2026 (eleito) · 7 eleições

A votação de André Puccinelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoGovernadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 243 mil em receitas · R$ 168 mil em gastos contratados

André Puccinelli declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: governador por Mato Grosso do Sul em 2006, 2010 e 2022, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 209 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 34 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 89 mil) e pessoal (R$ 34 mil); R$ 160 mil já foram pagos. Em 2022, 55% dos R$ 6 milhões em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 17,8 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 243 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 168 milcontratados, parcial; R$ 160 mil pagos
Gastos em 2022R$ 6 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2010, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 243 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 168 mil
pago até agora: R$ 160 mil (95%)
  • Materiais impressosR$ 89 mil52,9%
  • PessoalR$ 34 mil20,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 12 mil7,2%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 10 mil6,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 23 mil13,7%
2022Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 milhões
5 doadores pessoas físicas
FEFC 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 6 milhões
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3,3 milhões55,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 1,1 milhão18,5%
  • Materiais impressosR$ 991 mil16,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 160 mil2,7%
  • Outras 14 categoriasR$ 433 mil7,2%
2010Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17,8 milhões
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 18% · empresas 57% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 17,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 milhões11,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,7 milhão9,3%
  • Materiais impressosR$ 1,1 milhão6,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 764 mil4,3%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 10,4 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 12,2 milhões68,6%
Ver a campanha anterior
2006Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7,2 milhões
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 15% · empresas 74% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,2 milhão34,4%
  • Materiais impressosR$ 874 mil24,2%
  • Serviços de terceirosR$ 328 mil9,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 241 mil6,7%
  • Outras 16 categoriasR$ 924 mil25,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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André Puccinelli (MDB): eleito deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto