Roberto Mateus de Oliveira Galvão

Foto de Roberto Mateus de Oliveira Galvão
Roberto Mateus de Oliveira Galvão
7 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PCDOB
61 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Roberto Mateus (PCDOB) ficou como suplente de deputado federal pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 1.771 votos, pelo resultado oficial do TSE. Roberto Mateus (Roberto Mateus de Oliveira Galvão) disputou 7 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por MS: 3.101 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MS, declarou R$ 80 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 30 mil em 2024 (98% com pessoal) e R$ 120 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

1.771 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Roberto Mateus de Oliveira Galvão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 80 mil em receitas · R$ 60 mil em gastos contratados

Roberto Mateus declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 80 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 7 mil); R$ 42 mil já foram pagos. Em 2024, 98% dos R$ 30 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 87% dos R$ 120 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 80 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 60 milcontratados, parcial; R$ 42 mil pagos
Gastos em 2024R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2012 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 60 mil
pago até agora: R$ 42 mil (70%)
  • Materiais impressosR$ 9 mil15,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil11,7%
  • PessoalR$ 6 mil10,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil8,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil55,0%
2024Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
doações de pessoas
FEFC 94% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 30 mil98,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4941,6%
2022Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 124 mil
doações de pessoas
FEFC 97% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 120 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 105 mil87,2%
  • Materiais impressosR$ 7 mil5,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil4,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil1,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil1,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 60 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 41 mil67,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil14,8%
  • Materiais impressosR$ 5 mil8,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil2,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil5,8%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 57%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil57,4%
  • Materiais impressosR$ 77521,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50014,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 2507,0%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 47%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil68,2%
  • Materiais impressosR$ 1 mil25,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2506,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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