Marcos Marcello Trad

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Marcos Marcello Trad
9 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PV
62 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Marquinhos Trad (PV) ficou como suplente de deputado federal pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 31.382 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marquinhos Trad (Marcos Marcello Trad) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, vereador, governador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: vereador de Campo Grande em 2024 e 2004; prefeito de Campo Grande em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Campo Grande/MS: 241.876 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MS, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 25 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 589 mil, principalmente com pessoal (R$ 485 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 164 mil em 2024 e R$ 6,4 milhões em 2022.

Vereador · 2024
8.567
votos · Campo Grande, Mato Grosso do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

31.382 votos em 2026 · 9 eleições

A votação de Marcos Marcello Trad em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoGovernadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1 milhão em receitas · R$ 589 mil em gastos contratados

Marquinhos Trad declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Campo Grande (MS) em 2016 e 2020, governador por Mato Grosso do Sul em 2022, vereador em Campo Grande (MS) em 2024, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 25 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 589 mil, principalmente com pessoal (R$ 485 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil); R$ 184 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 164 mil em gastos; em 2022, 54% dos R$ 6,4 milhões em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1 milhãoparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 589 milcontratados, parcial; R$ 184 mil pagos
Gastos em 2024R$ 164 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 589 mil
pago até agora: R$ 184 mil (31%)
  • PessoalR$ 485 mil82,4%
  • Materiais impressosR$ 45 mil7,7%
  • Serviços contábeisR$ 30 mil5,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil3,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 210 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil1,9%
2024Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 164 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 27% · pessoas 23% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 164 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 65 mil39,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 35 mil21,4%
  • Serviços advocatíciosR$ 17 mil10,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil4,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 40 mil24,5%
2022Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,7 milhões
37 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 6,4 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3,5 milhões54,5%
  • PessoalR$ 481 mil7,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 350 mil5,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 300 mil4,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 330 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,8 milhão27,8%
Ver as 5 campanhas anteriores
2020Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
132 doadores pessoas físicas
FEFC 11% · Fundo Partidário 11% · pessoas 50% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 460 mil33,5%
  • Materiais impressosR$ 188 mil13,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 104 mil7,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 100 mil7,3%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 112 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 521 mil38,0%
2016Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
26 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 37% · pessoas 51% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 700 mil35,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 630 mil32,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 190 mil9,7%
  • Materiais impressosR$ 121 mil6,2%
  • Outras 14 categoriasR$ 314 mil16,1%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
47 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 23% · empresas 21% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 590 mil54,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 215 mil20,0%
  • Materiais impressosR$ 87 mil8,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 39 mil3,7%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 146 mil13,6%
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 989 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 8% · empresas 38% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 989 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 654 mil66,1%
  • Materiais impressosR$ 110 mil11,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 42 mil4,3%
  • Locação de imóveisR$ 25 mil2,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 158 mil16,0%
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 429 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 17% · empresas 5% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 429 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 96 mil22,5%
  • Materiais impressosR$ 83 mil19,5%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 56 mil13,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 38 mil8,9%
  • Outras 16 categoriasR$ 155 mil36,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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