Altmir Abdias Juvencio de Almeida

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Altmir Abdias Juvencio de Almeida
8 eleições entre 2004 e 2026 · último partido PL
58 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE
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Chitão (PL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 6.284 votos, pelo resultado oficial do TSE. Chitão (Altmir Abdias Juvêncio de Almeida) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Camapuã em 2016 e 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MS: 7.547 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 401 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 51 mil do Fundo Partidário. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 99 mil em 2024 (49% com militância e mobilização de rua) e R$ 202 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

6.284 votos em 2026 · 8 eleições

A votação de Altmir Abdias Juvencio de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 401 mil em receitas

Chitão declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Camapuã (MS) em 2012 e 2024, vereador em Camapuã (MS) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 401 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 51 mil do Fundo Partidário. Em 2024, 49% dos R$ 99 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 76% dos R$ 202 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 401 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2024R$ 99 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2012 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 401 mil
sem doações de pessoas
FEFC 87% · Fundo Partidário 13%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2024Prefeito, Camapuã (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
sem doações de pessoas
FEFC 98% · partido e outras campanhas 2%
Gasto contratado
R$ 99 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 49 mil49,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 13 mil13,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil9,4%
  • Serviços contábeisR$ 9 mil9,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 8 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 19 mil19,5%
2022Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 205 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 202 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 153 mil75,5%
  • Materiais impressosR$ 31 mil15,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil5,3%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil1,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 248 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil2,5%
Ver as 4 campanhas anteriores
2020Vereador, Camapuã (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 79% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil79,4%
  • PessoalR$ 65020,6%
2018Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 30 mil
pago: R$ 24 mil (82%)
  • PessoalR$ 15 mil50,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil26,7%
  • Materiais impressosR$ 4 mil12,3%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil6,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil4,7%
2016Vereador, Camapuã (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 51% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil98,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1071,6%
2012Prefeito, Camapuã (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 11 mil75,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil17,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6004,1%
  • Materiais impressosR$ 3812,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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