- Serviços advocatíciosR$ 1 milhão29,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 705 mil20,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 443 mil12,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 387 mil11,3%
- Outras 16 categoriasR$ 897 mil26,1%
Reinaldo Azambuja (PL) foi eleito senador pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 903.554 votos, pelo resultado oficial do TSE. Reinaldo Azambuja (Reinaldo Azambuja Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para senador, governador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: senador em 2026; governador em 2018 e 2014; deputado federal em 2010; deputado estadual em 2006; prefeito de Maracaju em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para senador por MS: 903.554 votos. Na campanha de 2026 para senador por MS, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 611 mil do Fundo Partidário, R$ 455 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 317 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,4 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 1 milhão), impulsionamento de conteúdos (R$ 705 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 443 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,5 milhões em 2018 e R$ 25,3 milhões em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Reinaldo Azambuja Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Reinaldo Azambuja declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2010, prefeito em Campo Grande (MS) em 2012, governador por Mato Grosso do Sul em 2014 e 2018, e senador por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 611 mil do Fundo Partidário, R$ 455 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 317 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,4 milhões, principalmente com serviços advocatícios (R$ 1 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 705 mil); R$ 1,3 milhão já foram pagos. Em 2018, R$ 4,5 milhões em gastos contratados; em 2014, 46% dos R$ 25,3 milhões em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.