- Publicidade por adesivosR$ 56 mil40,1%
- Materiais impressosR$ 50 mil35,8%
- Locação de imóveisR$ 15 mil11,1%
- Serviços contábeisR$ 10 mil7,2%
- Outras 3 categoriasR$ 8 mil5,7%
Eduardo Rocha (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 15.782 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eduardo Rocha (João Eduardo Barbosa Rocha) disputou 4 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MS: 30.873 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 337 mil em receitas: R$ 165 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 56 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil) e locação de imóveis (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 351 mil em 2018 e R$ 653 mil em 2014.
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A votação de Joao Eduardo Barbosa Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010, 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 337 mil em receitas: R$ 165 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 56 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil); R$ 129 mil já foram pagos. Em 2018, R$ 351 mil em gastos; em 2014, R$ 653 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.