Silvio Eduardo Alves Pena

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Silvio Eduardo Alves Pena
5 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PSDB
42 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio incompleto
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE
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Silvio Pitu (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 18.392 votos, pelo resultado oficial do TSE. Silvio Pitu (Silvio Eduardo Alves Pena) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Campo Grande em 2024 e 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MS: 18.392 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MS, declarou R$ 358 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 261 mil, principalmente com pessoal (R$ 199 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 289 mil em 2024 (87% com pessoal) e R$ 432 mil em 2022.

Vereador · 2024
6.409
votos · Campo Grande, Mato Grosso do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

18.392 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Silvio Eduardo Alves Pena em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 358 mil em receitas · R$ 261 mil em gastos contratados

Silvio Pitu declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 358 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 261 mil, principalmente com pessoal (R$ 199 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil); R$ 5 mil já foram pagos. Em 2024, 87% dos R$ 289 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 78% dos R$ 432 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 358 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 261 milcontratados, parcial; R$ 5 mil pagos
Gastos em 2024R$ 289 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2016 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 358 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas menos de 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 261 mil
pago até agora: R$ 5 mil (2%)
  • PessoalR$ 199 mil75,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 20 mil7,7%
  • Serviços contábeisR$ 15 mil5,7%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil3,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 18 mil6,9%
2024Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 301 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 80% · pessoas 5% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 289 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 251 mil86,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil3,5%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil2,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil2,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 14 mil4,7%
2022Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 444 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 45% · partido e outras campanhas 49% · pessoas 2% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 432 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 336 mil77,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 41 mil9,6%
  • Materiais impressosR$ 21 mil4,8%
  • Serviços contábeisR$ 10 mil2,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 24 mil5,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 89% · pessoas 8% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 46 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 16 mil34,4%
  • Materiais impressosR$ 7 mil14,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil14,4%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil11,1%
  • Outras 8 categoriasR$ 12 mil25,3%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 97%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 15 mil35,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil12,4%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil11,8%
  • Materiais impressosR$ 5 mil11,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 12 mil28,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Silvio Pitu (PSDB): suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, votos e candidaturas · Radar do Voto