Laura da Fiel Amigo (PSDB) ficou como suplente de deputada estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 1.066 votos, pelo resultado oficial do TSE. Laura da Fiel Amigo (Laura Cristina Garcia Brito) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Campo Grande/MS: 1.322 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Campo Grande/MS, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 105 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 18 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com pessoal (R$ 42 mil), militância e mobilização de rua (R$ 29 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Laura Cristina Garcia Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Laura da Fiel Amigo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Campo Grande (MS) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 105 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 18 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com pessoal (R$ 42 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 29 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.