Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva

Foto de Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva
Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PMDB
52 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Administrador
Comparar

Belexo (Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Maués em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Maués/AM: 10.874 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Maués/AM, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 47 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 20 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.375 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 49 mil em receitas · R$ 49 mil em gastos contratados

Belexo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Maués (AM) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 47 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 22 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2008, R$ 20 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 49 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 49 milcontratados
Gastos em 2008R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Maués (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil43,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil9,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil6,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil41,1%
2008Prefeito, Maués (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 40% · empresas 21% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil23,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil76,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Odivaldo Miguel de Oliveira Paiva (Belexo): candidaturas e votos · Radar do Voto