- PessoalR$ 39 mil20,4%
- Materiais impressosR$ 35 mil18,3%
- Serviços de terceirosR$ 9 mil4,7%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 107 mil56,6%
Nivaldo (Nivaldo Soares de Vasconcelos) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Viçosa/AL, com 5.885 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Viçosa/AL, declarou R$ 190 mil em receitas: R$ 68 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 38 mil de empresas e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 190 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 39 mil), pessoal (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 36 mil).
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Nivaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Viçosa (AL) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 190 mil em receitas: R$ 68 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 38 mil de empresas e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 190 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 39 mil) e pessoal (R$ 39 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.