Vilseu Ferreira

Foto de Vilseu Ferreira da Silva
Vilseu Ferreira
Vilseu Ferreira da Silva (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2022 · último partido PROS
62 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental completo
Prefeito
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vilseu Ferreira (Vilseu Ferreira da Silva) disputou 4 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Acrelândia em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Acrelândia/AC: 3.507 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AC, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 57 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 246 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 11 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

883 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Vilseu Ferreira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 27 mil em gastos

Vilseu Ferreira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2010 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 57 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 246 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil). Em 2022, 67% dos R$ 27 mil em gastos foram com cessão ou locação de veículos.

Gastos em 2022R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 57 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil67,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil16,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil12,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil3,7%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 16 mil28,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil28,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil19,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil2,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 12 mil21,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892