- Materiais impressosR$ 41040,1%
- Serviços de terceirosR$ 797,8%
- Outras 2 categoriasR$ 53352,2%
Pedro de Berto (Pedro Queiroz da Silva) disputou 3 eleições entre 1996 e 2008, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Jaborandi/BA: 258 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Jaborandi/BA, declarou R$ 1 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 460), publicidade por materiais impressos (R$ 410) e serviços de terceiros (R$ 79).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Pedro Queiroz da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pedro de Berto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Jaborandi (BA) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 1 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 460) e publicidade por materiais impressos (R$ 410).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.