Dr. Marclo Roxo

Foto de Marcelo Salomão Roxo
Dr. Marclo Roxo
Marcelo Salomão Roxo (nome civil)
3 eleições entre 2006 e 2012 · último partido PMDB
44 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Marclo Roxo (Marcelo Salomão Roxo) disputou 3 eleições entre 2006 e 2012, para vereador e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado distrital por DF: 556 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Cocalzinho de Goiás/GO, declarou R$ 110 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 110, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 110). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 96 em 2008 e R$ 9 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

1 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Marcelo Salomão Roxo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 110 em receitas · R$ 110 em gastos contratados

Dr. Marclo Roxo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, vereador em NOVO Gama (GO) em 2008, e vereador em Cocalzinho de Goiás (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 110 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 110, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 110). Em 2008, R$ 96 em gastos contratados; em 2006, 43% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2012R$ 110campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 110contratados
Gastos em 2008R$ 96contratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
2012Vereador, Cocalzinho de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 110
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 110
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 110100,0%
2008Vereador, NOVO Gama (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 96
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 96
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 96100,0%
2006Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 79% · empresas 21%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil43,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1171,4%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 250,3%
  • Materiais de expedienteR$ 7menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil55,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892