- Materiais impressosR$ 8 mil27,8%
- PessoalR$ 4 mil13,6%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil11,2%
- Locação de imóveisR$ 2 mil6,5%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil40,9%
Cleusa Gallo (Cleusa de Amorim Gallo) disputou 1 eleição, em 2006, para deputada distrital por DF, com 765 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputada distrital por DF, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), pessoal (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil).
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Cleusa Gallo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e pessoal (R$ 4 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.